Um motivo para a RedeTV! ser salva

23 02 2012

Afinal, só a emissora de Alphaville abriga ex-BBB, subcelebridades e atrizes pornô em polêmicas envolvendo calcinhas no desfile das escolas de samba de São Paulo.





Pagode de aniversário

9 09 2009

Vamos logo num 2×1.

O Aniversário de Nossa Estrela (com Pamela Butt)

Pamela Butt estava fazendo aniversário e, em vez da tradicional festinha na copa, a Brasileirinhas resolveu fazer um festão. Chamou Silvety Montilla para fazer as honras da casa, e 30 caras, incluindo Kid Bengala, para se divertirem com a aniversariante.

A chegada de Pamela à sua festinha de aniversário tem algo de épica: desce do alto, rebola e se despe para gáudio do público presente. Não satisfeita, cai de boca, leva pela frente, leva por trás nos 29 com uma animação impressionante e ainda tendo tempo de berrar a cada minuto que, afinal, era a aniversariante. Imagino que tanta animação e berro seja porque, afinal, se não fosse assim ninguém ia aguentar acordado até o final.

Quando os 29 saem de cena, Pamela dá piti, faz beicinho, bate pé e chora até Kid Bengala surgir do fundo da terra, ou algo assim, num elevador, de smoking e tudo o mais que uma festa a rigor exigia.

E, sim, teve a festa, com parabéns e bolo, depois do senhor Bengala arrombar todos os orifícios da Pamela com a sua sutileza peculiar, quase de um lorde inglês.

Pagode Sexual (com Bruna Ferraz)

Bruna Ferraz e sua bunda interminável, Letícia Clioker, Fabiane Thompson e Suzane Rios começam mostrando todo seu samba no pé, ou algo que engana (como faz Bruna Ferraz), afinal ninguém está interessado nisso mesmo, num concurso de tapa-sexo no meio de um pagode com o já tradicional som malcalibrado da Brasileirinhas, com uma passarela vagabunda no meio de um galpão.

(Aliás, notável o fato de que, tirando a Bruna, nenhuma tinha peitos muito inchados; se siliconaram, parecia bem natural)

No final das contas, como esperado, Bruna Ferraz ganha o tal concurso e engana ainda mais no samba.

Um corte tosco para um motel e Letícia chora suas mágoas, com roupas de baixo brancas e tal, com um ator, também de roupas de baixo brancas, o que me leva a crer que Fábio Arruda deve ter dado conselhos à produção. Mas bola pra frente que a cama do motel estava rangendo demais, dando até a impressão que quebrou, e o som de fundo… cadê o som de fundo? Ih, sumiu!

Já Fabiane foi chorar suas mágoas com um tiozão de mecha, mas não foi suficiente, já que precisou de outro tiozão (sem mecha). Fabi engoliu o choro e muitas outras coisas, incluindo uma DPzinha básica.

Enquanto isso, Suzane “precisou ser acalmada” e fez outra cama ranger à beça (ei Brasileirinhas, tá na hora de exigir uma cama melhor dos motéis onde vocês gravam!) com um outro ator tão inexpressivo que nem anotei nada sobre ele :-P

Na cena final, dois atores, sendo um deles um misto de Vinny e Kléber Bambam (tenham medo, eu também tive) enchem a cara, mas não o suficiente para não subirem, já que chegou Bruninha toda animadinha e primeiro faz um por vez, o outro cara e depois o Vinny-Kléber Bambam; depois de brincar com gelo e tal, uma festa de DPs, em pé e deitado e tudo o mais.





Pura história de um desejo

9 09 2009

Vamos iniciar o ano com o pé direito? Então tá. Duas resenhas em um único post. Peguem uma bebida e se preparem, porque lá vamos nós.

Puro desejo

Para quem não se lembra, esse é o filme que a Brasileirinhas fez a partir de uma cena da tia Rita Cadillac[bb] e do rinoceronte Alexandre Frota[bb], e que, tipo, os dois renegam, já que tentam uma vida no “pós-pornô”. Enfim.

A abertura do filme mostra a tia Rita caindo na baladenha, e corta logo para a primeira cena, a com o Frota. Chato é que o editor, provavelmente, foi ao banheiro nessa hora, e algum estagiário deixou a música (aliás, bem sonolenta) da abertura tocando; o ápice da bizarrice musical foi quando, na hora em que tia Rita praticava a felação no Frotinha, o estagiário botou uma música de corrida de jogo para Super Nintendo[bb]. Hilarity ensures.

(Aliás, devemos observar, Rita Cadillac melhorou MUITO a sua técnica. Não passa de uma tia esforçada, mas pelo menos já não é aquela coisa de chorar de raiva dos primeiros filmes.)

E, falando em momentos toscos, uma hora o rino Frota aparece subindo as escadas do quarto de motel de gatinhas. Sério, de gatinhas. Criação de clima FAIL.

Lá pras tantas o editor reassume as carrapetas, desliga a música e, coincidentemente, o filme anima. Frota dá suas bufadas, mostra sua refinada técnica animal de cobrir fêmeas e faz tia Rita gritar, assustada, ao ser violentamente penetrada pelo animal.

Na segunda cena, tia Rita gritou menos e até manteve diálogos com o rapaz. E insistiram com a música tosca, felizmente alguém recebeu a iluminação e cortou logo o fundo musical.

Terceira cena, a coisa começa a ficar cansativa para o espectador, e aparece um ator louro (provavelmente de água oxigenada) e com um jeitão surfista para entreter tia Rita, provavelmente como prêmio por ela ter tentado fazer uma dança sensual mas só estar parecendo meditação poser. Não tem diálogos e os gemidos baixos induzem ao sono, auxiliados pela música (ainda) tosca e pela cortina vermelha contra a luz. Passe um café, sério.

Quarta cena, e quem ainda não botou um filme do Jean Claude Van Damme[bb] pra ficar alerta vê a tia Rita, com um cordão com algo que parece rubi na cintura e bem mais animada que na cena anterior, com um ator vestido homenageando os garçons. Mas a estrela são duas frutas: a banana que é degustada e, fingindo ser chupada por tia Rita, é entregue ao garçom para que ele enfie a fruta nela; e a maçã que é mastigada por tia Rita enquanto recebe uma jorrada do rapaz nas costas.

Quinta cena, ninguém aguenta mais o filme, mas tem mais, agora é numa casa de praia com uma mistura de Dodi de A Favorita e Falcon. Cena, aliás, que serve de alerta sobre os perigos de ficar mais tempo que o necessário no bronzeador artificial, porque a pessoa fica quase torrada que nem a tia Rita. Do resto, cena externa, muito espumante derramado, posições acrobáticas (por um momento pensei que o Matheus Carrieri estivesse fazendo a cena, ele que gosta desse tipo de papagaiada) e, para terminar o filme, o Dodi-Falcon goza com a tia Rita deitada no banco do jardim.

Ufa.

Histórias de uma Gueixa 2

Primeiro, elogios à Brasileirinhas: cenários bem feitos, impecável em termos de figurino.

Na primeira cena, Júlia Paes[bb] mostra que academia e silicone podem funcionar. Ela está, para variar, belíssima, mostrando suas habilidades gueixas em se despir e depois com um consolo vermelho, tendo ao fundo música de filme oriental. Logo chega um mano com calça amarelo-fluorescente (ou seria fosforecente), trancinha e tudo no cabelo pra cair de boca na Júlia, que retribui mostrando sua técnica no fellatio. Chato é que aceleraram a velocidade da cena retalhando-a com diversos cortes, mas enfim, o filme é longo e vamos que vamos.

Na segunda cena, ela, Bruna Ferraz e sua bunda descomunal, com efeitos visuais chiquerésimos e muito bonitos (uau, Brasileirinhas!). Bruna mostra a sua grande capacidade de dominar a cena no grito, embora estivesse até bem calminha; mantém o espectador ligado na cena e garante que, ao levar ferro na frente e por trás, leve de maneira garbosa.

Na terceira cena, Yumi Saito/Anne Midori mostra que aprendeu direitinho a técnica do guarda-chuva assassino; quando se cansa de mostrar o que aprendeu, se despe e despe Márcia Imperator[bb]. As duas partem para a chupação mútua, esperando a entrada de um ator com uma roupa de cetim azul para combinar com o robe azul estendido no chão, afinal é uma produção de bom gosto. Márcia mostra que entende tudo de felação, depois vê Yumi/Anne levando ferro e berrando tresloucadamente, e depois ela mesma leva ferro. E dona Imperator leva a cena bem tranquila, deixa que Yumi/Anne até apareça mais que ela.

Já a quarta cena… Natália Lemos, a mais desconhecida de todas, teve a complicada incumbência de encarar o maior dote de todos. E se saiu muito bem, se mostrou completa, particularmente na felação, e isso apesar de esquecerem de ligar o chroma key.

E agora a cena final, a quinta. Bruna Ferraz e sua bunda que não acaba nunca pergunta “sentiram saudades de mim? Eu voltei!”; não satisfeita, brinca com um punhal (mas não muito perto pra não estourar o silicone) e faz cara de “se não me comer vou cortar sua ferramenta fora” pro ator, que acaba na desconfortável (hehe) situação de devorá-la pela frente e por trás. Definitivamente Bruna Ferraz nasceu pra ser atriz pornô.








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